Os cidadãos desprotegidos
Estão a mercê da própria sorte,
Submetidos à pena de morte
Estabelecida pelos bandidos.
E os “juizes” corrompidos
Ficam de braços cruzados
Esperando serem executados
Os brasileiros esquecidos.
Como eu não tive dinheiro
Para incentivar o tabu
E comprar a ente de urubu
De um juiz carniceiro.
Neste mundo, sei que não há
Um outro juiz tão ladrão,
Que possa chegar ao padrão
De Marcos Aurélio Jatobá.
Facção do crime organizado
É esse poderzinho judiciário
Nas mãos deste salafrário,
Um arremedo de magistrado.
Por ele ter sido diplomado,
Traveste-se de semideus imundo
Na politicagem do “submundo”
Onde o “inerme” é sojigado.
É o sistema moderno
De incentivo à violência,
Sem compaixão ou clemência
Pela “escória do inferno”.
Detendo o “mister” de julgar
O suscetível ser errante,
Este juiz é praticante
Do método de segregar.
E, pelos crimes primaciais,
Este juiz é com certeza
Um aborto da natureza,
Ameba das causas penais
Por tratar como animais
Os inocentes indefesos:
Duas medidas e dois pesos
Quanto às questões judiciais.
Autor:
Abel Alves
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