Eu
sempre busquei motivo,
Motivo
para ser mais forte
E,
bem mais forte que a morte
É
o amor humilde que cultivo.
Cultivo
um sentimento afetivo,
Puro
amor, que me dá suporte
Para
que eu sempre o exorte
Como
razão por que ainda vivo.
O
meu coração continha
O
cego desejo de “venerar”
A
mulher que fosse reinar
Em
toda a vida minha.
Pensando
eu que já tinha
Conseguido
me dominar
Mas,
eu fui me apaixonar
Por
quem não me convinha.
Paixão,
decreto divino,
Amor,
vida que vem da vida,
Uma
vida que foi concebida
Pelo
santo empírio celestino.
Meu
amor é o mais puro refino
Da
“paixão” refletida
E
da “imagem” esculpida
Em
um corpo feminino.
Eu
a quero, eu a admiro,
Eu
a amo, eu a respeito.
O
meu amor é deste jeito
Pelo
amor a quem aspiro.
A
musa em quem me inspiro
Não
tem nenhum “defeito”.
Encontrei
o ser mais “perfeito”
Por
quem tanto suspiro.
Eu,
um ser que tem sentimento,
No
silêncio do meu coração,
Expresso
e me expresso em oração
Por
meio do meu pensamento.
Contemplando
o crescimento
Desta
quão meiga elevação
E
chegando até a “adoração”
De
quem é meu complemento.
Sei
que o âmago da felicidade
Sempre
se faz presente
Na
vida de quem sente
Um
sentimento sem maldade.
E
a mais divina fidelidade
A
este amor tão paciente
Do
qual sou dependente
Vai
bem além da realidade.
Pois,
neste plano de existência,
Meu
coração foi consagrado
A
amar sem ser amado,
Amor
sem correspondência.
Amo
com toda a paciência:
Virtude
de quão imaculado
Amor,
sentimento sagrado,
O
mais repleto de excelência...
Autor:
Abel Alves
Celular:
(83) 98023208
E-mail:
abelmetacritica@hotmail.com
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http://abelmetacritica.blogspot.com
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