terça-feira, 29 de maio de 2012

FUI AMEAÇADO DE MORTE POR UM ADVERSÁRIO DO PREFEITO SEVERINO


Os homens se diferenciam pelo que mostram e se parecem pelo que escondem. É sob esta perspectiva que informo a todos que fui ameaçado de morte, já pela sexta vez, por meio de telefonemas anônimos por um adversário do prefeito Severino Pereira Dantas. Recebi a quinta ligação, de seis no total, hoje, dia 29 de maio do ano em curso, às 08:34h da manhã. A sexta ligação ameaçando-me de morte também hoje, dia 29 de maio do ano em curso, às 10:05h da manhã.
Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher daquilo que plantamos. Como todo o município de Paulista sabe e, agora, todo o Brasil, além da Alemanha, Rússia, Estados Unidos, Reino Unido, Portugal, Emirados Árabes Unidos, República Tcheca, Letônia, Holanda, dentre outros países onde as pessoas acessam o meu blog: abelmetacritica.blogspot.com, que houve um desentendimento político, divergência de ideais, entre o Prefeito desta cidade, Severino Pereira Dantas, e eu, Abel Alves de Farias. Creio que essa divergência é mais significante por falta de diálogo e, também, por culpa, em parte, do vereador Nilton Dantas Monteiro Filho, Líder do Governo e do PTB na Câmara, partido este ao qual estou filiado desde sua fundação neste município. Niltinho comprometera-se comigo de levar seu tio, Severino, em minha residência, como prefeito e como presidente do partido, para termos uma “conversa” e discutirmos civilizadamente os motivos da minha revolta, o que se transformaria, sem os devidos esclarecimentos, numa justa repulsa, isto porque o vereador Niltinho também não deu importância nem a mim nem aos problemas pelos quais eu passava.
Obviamente, a impaciência é o oposto da perseverança: sempre quer antecipar os resultados e os fragmenta, quando não os destrói por completo. Isto quer dizer que o ser humano é tão tolerante quanto o obrigam e tão intolerante quanto lhe é permitido. Não é por que há pessoas que nunca enxergam o que se faz por elas, mas enxergam muito bem aquilo que se deixou de fazer, que votei em Severino. Eu votei nele justamente porque eu achava que ele fosse o menos ruim e para que ele fizesse o que era correto, independentemente dos resultados, em termos administrativos, e ele não fez nada do meu agrado até agora. Então, resolvi usar do direito de me indignar para fazer valer o meu direito de reivindicar uma boa postura do meu prefeito, tendo como base o Artigo 5°, Inciso IV da Constituição Federal: “É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”.
Se fechasse os meus olhos aos defeitos dos outros, tendo em conta apenas suas boas qualidades, acharia o bem e a benevolência em toda parte e ninguém me trataria por lunático ou insano, apesar de que insanidade é fazer as mesmas coisas sem parar e esperar resultados diferentes. Todavia, prefiro o testemunho de minha consciência às opiniões alheias a meu respeito.
Destarte, conhecendo os limites da minha própria ignorância, percebi que se você quer ser feliz por um instante, vingue-se; mas, se você quer ser feliz por toda a vida, perdoe, pois somos semelhantes a animais quando matamos, a homens quando julgamos e a Deus quando perdoamos. Não sei o que é mais difícil: pedir perdão ou perdoar. Mas, aproveitando-me da oportunidade em que recebi esses telefonemas anônimos e fui ameaçado de morte por um opositor do prefeito, Severino Pereira Dantas, para que eu acreditasse que foi este prefeito o responsável direto ou indireto pelas ameaças, o mesmo veículo de comunicação que usei para deixá-lo irritado com as minhas poesias e documentários verossímeis (claro que como justa repulsa), agora uso para pedir perdão. Eu não me envergonho de pedir perdão, corrigir e mudar as minhas opiniões porque não me envergonho de raciocinar e aprender.
Peço perdão e agradeço ao prefeito, Severino Pereira Dantas, e ao vereador Nilton Dantas Monteiro Filho, isto porque, se o meu amigo Abraão Xavier não tivesse candidato a vereador, o meu voto seria para o vereador Niltinho, partindo-se do pressuposto que temos alguns ideais em comum para o desenvolvimento do nosso município. Entretanto, esse seria um dos assuntos a serem discutidos naquela conversa a qual o vereador Niltinho comprometera-se comigo de torná-la possível com o prefeito e não lhe deu importância.
Agradecer é admitir que houve um período na vida em que se precisou de alguém. Pode soar esdrúxulo meus agradecimentos  e o meu pedido de perdão ao vereador Niltinho, sobretudo, sabendo-se que esse desentendimento entre o prefeito e eu também é por sua culpa, por ele não ter pulso forte para administrar a situação e honrar seus compromissos, desrespeitando-me como seu aliado e como filiado do partido. O meu pedido de perdão é, sobretudo, porque se eu saísse, os votos para vereador que eu conseguisse tirar do partido seriam, em sua grande maioria, do vereador Niltinho.
Dos seis telefonemas que recebi, “ameaçando-me de morte”, dois deles me foram feitos por pessoas ligadas ao prefeito e, os outros quatro, por pessoas da oposição que queriam que eu pensasse que eram pessoas ligadas ao vereador Nilton Dantas Monteiro Filho. Ainda bem que isso aconteceu agora e aconteceu comigo, pois, para ficar do lado de Sabiniano e de Severino, eu já fui espancado em plena praça pública e quase fui assassinado. Agora, eu tenho como saber quem me fez os telefonemas anônimos. É claro que a Polícia Federal será responsável pela investigação e os “ameaçadores” serão repreendidos ou castigados na forma da lei.
Sempre houve na história da humanidade quem se beneficiasse da miséria alheia. Não são todos, mas há, na oposição de Paulista, uma grande parcela formada por pessoas de má índole que praticam a política do “quanto pior melhor” e que não têm o menor respeito pelos filhos desta terra. Ainda bem que eu descobri a tempo de rever as minhas decisões. Seria bem possível que eu fosse assassinado por essas pessoas da oposição que me ameaçaram de morte através de telefonemas anônimos para botarem a culpa no prefeito, pegando carona nas críticas que faço à forma de Severino governar. Mas, acontece que eu não sou inimigo de Severino nem “amigo do poder” e, também, não sou injusto para com ninguém. Agora, quantas injustiças podem ser esquecidas no abraço de um amigo!
Enquanto isso, indivíduos que têm como projeto de governo e meta de vida apenas “ganhar o poder”, desejar e fazer o mal a seu semelhante, ficarão na história de Paulista como sinônimo de destruição aleatória. Esses arremedos de gente, que vivem das migalhas do fracasso alheio, sempre serão fadados à derrota.

Autor: Abel Alves
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